Esta fotografia é uma metáfora visual. Simboliza o núcleo de Vida, entendendo-a como a Natureza, as Gentes e as suas Culturas, rodeados pela adversidade.

É um sinal e um clamor em memória dos povos da Peneda e do Gerês.



domingo, 25 de janeiro de 2009

Comissão Peneda-Gerês-Com-Gente ganha nova dinâmica e organiza-se

Em 17 de Janeiro de 2009, pelas 18h30, em Vilar da Veiga, reuniu-se a Comissão Peneda-Gerês-Com-Gente, decidindo o seguinte:
1. Criar uma Comissão Restrita para conduzir os trabalhos da Comissão Peneda-Gerês-Com-Gente, constituída por 9 elementos: Amaro Ribeiro, António Pires, António Príncipe, Filipe Mota Pires, João Pereira, José Carlos Pires, José Fernandes, Luís Filipe Pires, Manuel António Sousa;
2. Organizar a II Assembleia dos Povos da Peneda-Gerês, em finais de Março, início de Abril;
3. Criar grupos de trabalho, envolvendo todos os elementos da Comissão Peneda-Gerês-Com-Gente, bem como peritos e especialistas, para analisar o relatório diagnóstico que serviu de base à elaboração do POPNPG;
4. Completar o processo de recolha de assinaturas e enviá-lo aos decisores políticos e órgãos de soberania;
5. Pedir uma audiência ao novo Director do PNPG;

Constituem neste momento a Comissão Peneda-Gerês-Com-Gente:

Adriano Landeira
Amaro Ribeiro
António Campos
António Pires
António Príncipe
Domingos Fujaco
Filipe Mota Pires
João Pereira
José Carlos Pires
Luís Filipe Pires
Manuel António Sousa
Manuel Ferreira
Severino Fernandes
Manuel da Costa
Secundino Fernandes
Pedro Giesteira
Domingos Gonçalves
Manuel Costa
Daniel Alves
José Fernandes
Manuel Martins
Daniel Rocha
Paulino Costa

5 comentários:

  1. Pela amostra a maioria desta gente está é mais interessada em defender os taxinhos. Presidentes de junta,membros de partidecos etc. Contam-se pelos dedos os que têm alguma capacidade intelectual.Afinal o que pretendem com este movimento? Defender o Gerês e o ambiente, como deve ser defendido? Ou querem cada vez mais do mesmo? É que só ouço falar em eólicas,aberturas de estradas, pedreiras. Quando podiam usufruir de uma das poucas paisagens mais ou menos conservadas do país, vão deixá-la degradar-se em pouco tempo. Os vossos filhos e netos hão-de agradecer.
    João Manuel Fernandes

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  2. Pois claro, limparam a mensagem.Já era de esperar.Confirma o que eu disse.Grande democracia.

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  3. Exmo. Sr. Manuel fernandes

    Queira acompanhar o Blog, nomeadamente a missiva que enviamos ao Exmo. sr. Director do PNPG, e depois diga de sua justiça...

    Parece-me que fala abruptamente de um assunto que não domina!

    Ninguém, mais do que nós (naturais e residentes) procura defender o melhor para todo o PNPG.

    Talvez V. Exa. seja mais um dos que desconhece que, dentro do PNPG, existem pessoas...que têm direitos!

    Cumprimentos

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  4. A serra do Gerês constitui uma propriedade colectiva e uma extensão das proptriedades individuais. Foi por esta razão que foram criadas as comissões de baldios.
    As populaçéoes locais viveram sempre em simbiose com o meio ambiente, utilisando a serra par produzir mel, criar cabras e extrair diversos recursos.
    O Soajo e o Gerês possuem uma riqueza arqueologica ùnica no mundo, da qual fazem parte a montanha de Fafião, o Touro, a Junceda, Pedra Bela, Pé de Cabril, Calcedonia, Castro Laboreiro, Nebosa etc. Os marcos ditos romanos não têm nada a ver com a sinalisação das vias romanas: Estão agrupados por dezenas e este método de "marcas" é ùnico na Europa. Estão relacionados com as formas de muitos rochedos espalhados através da serra e tinham um valor votivo (estou a fazer um trabalho de pesquisa sobre este assunto).
    Se abandonarem uma parte da serra à vegetação natural, alèm dos fogos, muitos destes vestigios ficarão submersos pela vegetação.
    A proibição dos passeios na serra terão como consequência uma perda de interesse dos turistas pela região.
    Não vejo nenhuma razão para que não se possa explorar pedra em certos sitios das aldeias, no fundo dos vales e que se evite assim de importar pedra. E um escandalo. Como se se impossesse à Arabia Saudita de não explorar petroleo. Alèm do mel é possivel introduzir espécies de cabras produtoras de lã ou de leite e desenvolver outras actividades economicas como a produção de medronho ou outras que garantam a fixação das novas gerações. O parque franco-suiço do Jura é tão extenso como o PNPG, possui uma fauna e uma flora incomparàvelmente mais abundantes que o Gerês e é ao mesmo tempo uma fonte de riqueza para as populações locais. Inclusivamente hà aì vàrias pedreiras em funcionamento.
    A criação de uma àrea totalmente protegida é em si uma expropriação, cujo ùnico interesse é satisfazer o prestigio da numenclatura que nos governa. Num futuro mais ou menos proximo nem Portugal nem a Europa terão meios para conservar esse espaço. Nessa altura podem criar uma empresa daquelas que por eufemismo chamam "publico-privadas" e ceder a propriedade a uma sociedade cinegètica ou mineira. Lembro àqueles que pensam que estou a exagerar, que os baldio do monte de Traz em Fafião foram vendidos pela junta de freguesia nos anos sessenta e que os gregos estão actualmente a vender ilhas aos chineses.
    A solução actual é de activar as assêmbleias ou juntamentos, implicar a população no destino daquilo que lhes pertence e reflectir nas actividades economicas que podem vir a ser criadas ou desenvolvidas na àrea do actual PNPG.
    Todos nòs sabemos que aqueles que se dizem responsàveis são exteriores à região, têm talvez muitos diplomas, mas hà mais de trinta anos de gestão têm revelado a pròpria incompetência.
    Ou os habitantes do Soajo-Gerês tomam conta do pròprio destino ou então prevejo o pior. A ministra socialista que recusou o dialogo com as populações demontrou exactamente a consideração que as classes dirigentes têm pelos montagneses do Gerês.
    Valentim Martins

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  5. José Carlos Pires? faz parte do movimento e critica profundamente as gentes do PNPG blog http://www.ambio.blogspot.com/

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